Que espécie de jornalismo é este?

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 1 comentários


O Correio nunca foi um jornal digno! Hoje, está saindo do popular para o decadente. As capas são terríveis, exploram de forma deplorável o sensacionalismo. Matérias curtas, sem objetividade e passam beem longe da imparcialidade.

[Dedo na guela]

Esporte Clube Vitória repudia capa do jornal Correio

(Fonte: http://www.ecvitoria.com.br/site/noticias/detalhe.jsp?CId=13669)

A diretoria do E.C.Vitória vem a público repudiar a capa do jornal Correio desta quinta-feira, dia 5 de agosto, que de forma jocosa tentou denegrir a imagem desta gloriosa agremiação, menosprezando o sentimento da imensa nação rubro-negra.

Engana-se quem pensa que nós, torcedores do Vitória, sentimo-nos derrotados ou fracassados, pelo contrário. Após quatro anos saímos da Série C para fazermos uma final histórica em nosso santuário, o Barradão. Mostramos ao Brasil garra e determinação em vencer, e se não obtivemos a estrela, por outro lado, recebemos o carinho de 35 mil apaixonados, apoio de milhões de torcedores em todo pais e o respeito de todos.

Todos nós desejamos ser campeões, é verdade, mas sermos o segundo entre 64 clubes, não nos desmerece. Temos sim orgulho desse vice-campeonato, valorizamos a vitória no jogo final e enaltecemos os nossos guerreiros que dignificaram o manto sagrado rubro-negro.

Nesses últimos anos estamos preparando o Vitória para voos cada vez mais altos e para o tão desejado titulo nacional que chegará em breve. Estamos crescendo com trabalho, sacrifício e dignidade e nesse momento temos a sensação do dever cumprido.

Resta apenas lamentar que um veiculo de comunicação do nosso estado prefira tratar de maneira desrespeitosa um dos maiores patrimônios de um clube de futebol, o seu escudo, quando deveria valorizar mais um capitulo importante da sua historia.

My blog is terrible

segunda-feira, 19 de julho de 2010 2 comentários
Gente, eu preciso de ajuda para mudar o Layout do meu Blog, quero aqueles fruc frucs de meninas "singelas", ou ao menos algo que dê vida ao pobre Cesta de Letras.

Help, girls and boys!

Meu primeiro SELINHO

quarta-feira, 30 de junho de 2010 4 comentários


Eu não entendo quase nada sobre selinhos, mas percebi que tem representatividade na blogosfera ou, pelo menos, no Blogspot. Recebi o meu primeiro esta semana vindo da minha querida amiga Paloma da Rotina dos Meus Desejos. Antes de informar as regras procedentes do tal selinho, gostaria de externar o carinho que sinto por Pale. É uma mulher cheia de qualidades e curiosidades! Nasceu no mesmo dia e mês que eu, é taurina de fibra, ousada, inteligente e diferente. Sintetizando, é um mulherão no sentido mais emblemático que vocês possam imaginar.


Bem, vamos às regras do selinho.

1) Explique o motivo de ter começado o blog e se esperava tornar-se popular. 2) Diga a data exata do início do seu blog.3) Indique 5 seguidores fiéis do seu blog para receber o selo.

1. Comecei o blog na tentativa de resgatar uma paixão que sempre tive: ESCREVER SEM MEDO, SEM LINGUAGEM JORNALISTICA, ESCREVER BABOZEIRAS... DE MIM, DOS OUTROS E DO QUE VERDADEIRAMENTE ME DIVERTE! Tive dois outros blogs, um sobre histórias de Salvador e política, na época de faculdade, e um mais antigo no ensaio de criar um diário virtual – que não deu certo! Além desta vontade escondida, também ganhei forças quando comecei a ler os blogs de Schiu, Manoel, Kadija, Paloma, Vivian e Duda. Não tenho a mínima pretensão em tornar o meu blog popular, inclusive, acho que escrevo mal pacas. Assim, prefiro ficar no anonimato, apenas trocando figurinhas ou selinhos com os mais chegados e com os donos dos blogs que me cativam.

2. O blog começou em 13 de maio de 2010 com um post que “deu o que falar”, já que o meu noivo insiste na idéia de que é feio fazer ode ao ócio.

3. Vou passar o selo para 4 pessoas, já que não tenho muitos seguidores. Quebrei a última regra.

- Deraldo Barbosa (noivinho) –
Devaneios de um Tanquiense.
- Manoel Eloy (meu amigo) – Direto de Salvador
- Schiu Freitas (minha amiga) – Histórias da Carochinha
- Drix – Doces Lembranças de uma Vida

E a pomba partiu...

quinta-feira, 10 de junho de 2010 3 comentários

Como se despedir de um parceiro, de um amigo, de um irmão? E foi, exatamente, hoje que meus olhos marejaram ao ver Manu, o meu companheiro - insubstituível - partir após quatro anos prestando serviço ao Planserv. Manu é o típico menino que transmite paz aonde quer que ele passe, tem a risada mais gostosa, o jeito mais encantador.
É um cara malandrão, cheio de subterfúgios quando o assunto é farra e mulher. Dentre todas as qualidades deste moço, uma desperta atenção de qualquer pessoa... para mim, é um dos homens mais virtuosos que conheci. Talvez, pelos princípios católicos, não sei. Só sei que ele é responsável, ético e, sobretudo, humano.
Não tenho dúvidas que esta é, apenas, uma etapa que encerra, ou, quem sabe, uma porta que permitirá abrir várias outras. Ele tem futuro, eu não tenho dúvidas!

A gente ainda vai se encontrar numa empresa, numa redação, numa produção... vamos brigar, questionar, mas chegaremos num resultado que, certamente, impressionará qualquer patrão, por que, além de termos compatibilidade, somos parceiros!

Sucesso, meu irmão, até a próxima labuta!

...E celebrar tudo que é belo.

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O que fazer no dia dos pombinhos? Sábado é dia dos namorados e todos os anos eu tento programar uma coisa bem bacana para fazer com o gordo. Como não somos expert na cozinha [isso, apenas, por enquanto], a gente acaba optando por um jantarzinho em algum restaurante que a gente realmente gosta. Quando há disponibilidade viajamos ou subimos o litoral. Ano passado, numa sexta-feira, reservamos uma diária no Blue Three, Rio Vermelho – recebemos o quarto com uma leve decoração, fomos servidos por um jantar no restaurante do hotel e, de quebra, levamos o vinho que tínhamos comprado para o dia. Foi legal, mas não repetiria! Este ano, reservamos uma mesa no Bistrot do Vin, o restaurante dos nossos padrinhos de casamento, que, inclusive, é mega romântico. A atracão fica por conta de um saxofonista contratado especialmente para a noite.

Em 2008 passamos o dia dos namorados num dos bairros mais românticos do mundo, em Montmartre na cidade de Paris [dá licença, meus amigos]. Nesta noite sentamos numa mesinha na varanda de um restaurante bem bucólico, foi lindo de viver! Durante a tarde fomos flanar pela Ile Saint Louis, pelo Marais e subimos a Torre Eiffel. Um sonho!

Independente de ser em Paris, num bom restaurante ou, em casa o bacana mesmo é que esta data tão deliciosa seja celebrada ao lado de uma pessoa especial. Cada casal escolhe uma forma de comemorar o dia dos namorados... assistir a uma comédia romântica, em casa, grudadinho ao amor já está de bom tamanho.

Inspire-se, idealize algo bacana para celebrar o que há de mais belo...

O mundo precisa das palavras de Gentileza

segunda-feira, 7 de junho de 2010 1 comentários


Ando tão assustada com o crescimento da marginalidade em Salvador que há algum tempo venho trocando o ônibus pelo táxi, não por conforto, mas por segurança. Temo chegar em casa à noite, ir a mercados e sair andando, tenho pavor em sacar dinheiro nos terminais de bancos, fico apavorada com a família pegando ônibus, com o irmão e o noivo estacionando. Eu morro de medo! Não obstante, fiz o post com o intuito de colocar uma das frases do Profeta Gentileza, a quem tenho [tive] enorme apreço. Conheci a história de Gentileza ainda na escola, e pra quem não conhece, vale a pena pesquisar sobre o artista da paz - há controvérsias, é claro! Mas, enfim, deixemos a teoria da conspiração de lado e pensemos nas simples e belas palavras de Gentileza.

Gentileza gera Gentileza, passe adiante...

Gentileza
(Marisa Monte)

Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
A palavra no muro
Ficou coberta de tinta

Apagaram tudo
Pintaram tudo de cinza
Só ficou no muro
Tristeza e tinta fresca

Nós que passamos apressados
Pelas ruas da cidade
Merecemos ler as letras
E as palavras de Gentileza

Por isso eu pergunto
À você no mundo
Se é mais inteligente
O livro ou a sabedoria

O mundo é uma escola
A vida é o circo
Amor palavra que liberta
Já dizia o Profeta

Travel - new or old?

terça-feira, 25 de maio de 2010 4 comentários

Recentemente fiz a assinatura da revista Viagem e Turismo. E como amante de viagem que sou, além de fazer da publicação a leitura de cabeceira, não me canso de visitar o site da editora Abril (www.viajeaqui.com.br). Fico por horas pensando como seria delicioso conhecer tal parte do planeta, tal cultura, tal idioma, tal gastronomia. Viajar é curar o stress ou, vou mais longe, é evitá-lo.

Eu sou àquela boa turista, tenho o estereótipo bem reproduzido e não tenho problema nenhum com isto. Tiro foto de tudo, vou aos pontos turísticos, e pago os verdadeiros King Kongs, a verdade é que me sinto livre e feliz! Mas, também sou aquela viajante que planeja e pesquisa, que procura os melhores e imperdíveis locais para jantar, tomar vinho, assistir a um bom espetáculo e, essencialmente, procuro a melhor forma de me portar como um nativo.

Vivo enfeitiçada com a excentricidade do povo, não vejam isto como xenofobia. Viajo nas esquisitices, o que é genuinamente natural e cultural. Se eu pudesse e meu dinheiro desse, viajaria no mínimo três vezes ao ano. Como não posso, não sou rica, mais tenho pretensão de ser... tento sintetizar em pelo menos uma vez. O que me deixa doida é a vontade de retornar aos locais que guardo na memória como doces lembranças, mas por outro lado tenho uma lista extensa de vários lugares que morro de vontade conhecer.

Como ir à Europa e não voltar a Paris? Como ter milhas e não investir em Buenos Aires? Como ter a oportunidade de esquiar e não retornar a Santiago, como trocar Gramado por Campos do Jordão? Como não conhecer Praga, Fernando de Noronha, Veneza, Budapeste, Nova Iorque, Istambul, Polinésia Francesa, Hong Kong, Bariloche...?


Esse dilema, certamente, não é apenas meu. Portanto, deixo uma pergunta de Mari Campos, jornalista, repórter da Viagem e Turismo e dona do Blog Saia pelo Mundo para que vocês respondam.

“O que vocês acham que faz mais sentido – investir em conhecer sempre destinos novos ou ceder frequentemente à vontade de voltar para destinos muito queridos? Existe “equilíbrio perfeito” em se tratando de viagens?”.